A Sony divulgou recentemente um vídeo que demonstra alguns dos recursos do novo PlayTV, serviço de TV digital para o Playstation 3. Com ele os usuários poderão ver TV, gravar e assistir novamente seus programas preferidos, além de contar com conteúdo exclusivo mediante o uso de um periférico ligado diretamente no Playstation 3. Estes periféricos poderão reproduzir, gravar e receber sinais em alta definição até 1080p. Fazendo uso da função Bluetooth do Sixaxis, o usuário poderá controlar o aparelho. Além disto, o PSP também poderá ser usado para visualizar material gravado ou transmitido pelo receptor via Wi-Fi.
O PlayTV terá um botão de ajuda, e a Sony promete oferecer uma interface simples e intuitiva em comparação a outros aparelhos deste gênero. Haverá um menu de acesso rápido a programas em transmissão e material gravado de antemão. Por fim, o aparelho se configurará para a melhor resolução possível de seu televisor.
O periférico tem lançamento previsto para janeiro de 2008 na Europa. Ficamos no aguardo de novidades deste acessório para outras regiões.
Lindo video à seguir:
http://br.youtube.com/watch?v=qAuWAgZeJoI
domingo, 20 de janeiro de 2008
Gears of War (PC) Análise
Gears of War (PC)
No final de 2006, a Microsoft esquentou a chama do início da guerra dos consoles e fez tremer o chão dos seus adversários ao lançar Gears of War – considerado por muitos o jogo do ano, e um dos títulos definidores do Xbox 360. Agora, a aventura de Marcus Fênix e seus companheiros musculosos e mal-encarados finalmente chega ao Windows Vista – e, para felicidade dos fãs, a matança continua cada vez melhor.

O game conta a história do Planeta Sera, antes conhecido por ser rico e próspero, mas enfrentando um dos seus piores momentos. Depois de décadas de guerras entre os próprios humanos que povoavam o planeta, a invasão de uma raça mutante subterrânea – os Locusts – fizeram com que as belas paisagens daquele mundo fossem reduzidas a pó. Os sobreviventes que tiveram mais sorte conseguiram fugir para Jacinto, um paraíso natural teoricamente invulnerável ao ataque dos monstros, enquanto outros tiveram que ser simplesmente abandonados. O protagonista do game é Marcus, um ex-criminoso de guerra que acabou sendo solto pelos seus companheiros por ser um dos únicos realmente aptos a enfrentar a ameaça subterrânea. É ele que você terá de conduzir durante seis estágios de ação, tensão e doses cavalares de testosterona.

Logo nos primeiros minutos de jogo, Gears of War já passa duas mensagens importantes aos jogadores: primeira, o jogo é belíssimo – era um dos mais bonitos na época para o 360, e continua mantendo tal status, até para os padrões dos PCs de alta potência. A riqueza de detalhes dos cenários, as feições dos personagens, as armas, a movimentação... todo o ambiente é exuberantemente decadente (com carros destruídos, ruas esburacadas e um céu completamente cinzento) e não há quem não se impressione com a fluidez da ação. Segundo, esse é um jogo difícil, em todos os sentidos.
Para controlar com perfeição Marcus e seus companheiros no 360 , era necessário usar constantemente (e sem exagero) todos os oito botões (excetuando Start e Select) e três direcionais do controle – e aqui a dificuldade, apesar de amenizada pela existência do mouse, não é muito menor. Mesmo que o botão espaço tenha “funções mágicas”, que se adaptam a cada situação, não há escapatória de ter que usar todos os dedos das mãos. A dificuldade do game em si também não perdoa muito: ao contrário da maioria dos jogos de tiro, alguns poucos tiros já são capazes de derrubar o herói e estampar um “Game Over” na tela – mas na realidade essa é a graça toda do jogo.
Apesar de ser um jogo de tiro, Gears of War não é o tipo de game onde você só precisa andar de lado e disparar freneticamente em tudo que se move para garantir a vitória. O visual dos personagens pode sugerir o contrário (todos parecem ter saído de times de futebol americano do futuro), mas a chave para o sucesso é muito mais o cérebro do que a força bruta. Além dos já conhecidos elementos de movimentação e mira presente em grande parte dos títulos desse gênero, a equipe da Epic Games se focou em criar um surpreendente sistema de coberturas e fugas para dar mais tempero à fórmula. Apertando a barra de espaço junto a uma parede, coluna ou outro obstáculo faz com que o personagem se apóie nele, usando-o como cobertura. A partir daí, com a mesma tecla é possível desempenhar uma série de outras ações: você pode ou pular rapidamente para outro local seguro, pular por cima dele, atirar às cegas ou sair rapidamente para ter um melhor campo de visão.

A tática principal do jogo é fazer uso desse recurso para avançar e ter a melhor posição possível para acertar o inimigo sem que ele possa te acertar de volta – uma vez que eles quase sempre te encaram em maior número, e mesmo com o sistema de recuperação de energia inspirado em Halo (quando você “descansa”, sua vida é recuperada), é difícil durar mais do que alguns segundos no meio do fogo cruzado ou quando se está enfrentando um Locust maior. Em linhas gerais, a jogabilidade lembra diversos aspectos encontrados em Resident Evil 4, mas voltada para um clima de tensão e guerra total.
Se juntar amigos para combates sujos e sangrentos no Xbox 360 já era bom, isso de maneira nenhuma mudou na versão PC do jogo – mesmo que não haja mais opções de multiplayer offline. Tanto a campanha cooperativa quanto as batalhas para até oito jogadores garantem horas e horas de diversão, que se estendem ainda mais quando você começa a brincar com o editor de fases presente no disco. E vale sempre lembrar que, uma vez que Gears faz uso do serviço Games for Windows Live, ainda há uma vastidão de conquistas para habilitar e sempre há a possibilidade de convidar alguém online para uma partida rápida.
O que assusta nessa versão para PC – mais do que as hordas bizarras de Locusts – é o peso que o game tem sobre a máquina. São necessários pelo menos 20 minutos para realizar uma instalação completa (que come bons 12GB no disco rígido) em um PC de boa configuração, e alguns outros para esperar que ele carregue depois de ser executado no Windows. A recompensa vem na forma de novas missões (que, apesar de serem poucas, não são menos emocionantes), gráficos ainda mais belos do que os dos 360, e outros extras que fazem valer a pena... mas que talvez não justifiquem a compra para quem já tem a versão original.

Se restava alguma dúvida, que aqui fique bem claro: a versão PC de Gears of War é, efetivamente, melhor do que a original – mais bonito, mais fases, mais multiplayer e mais emoções. Nem todo computador vai conseguir agüentar esse tranco... mas ninguém disse que a guerra era fácil.
fonte:GameTv
Nota 9.5
Gráficos 10
Som 9
Diversão 10
Duração 10
No final de 2006, a Microsoft esquentou a chama do início da guerra dos consoles e fez tremer o chão dos seus adversários ao lançar Gears of War – considerado por muitos o jogo do ano, e um dos títulos definidores do Xbox 360. Agora, a aventura de Marcus Fênix e seus companheiros musculosos e mal-encarados finalmente chega ao Windows Vista – e, para felicidade dos fãs, a matança continua cada vez melhor.
Logo nos primeiros minutos de jogo, Gears of War já passa duas mensagens importantes aos jogadores: primeira, o jogo é belíssimo – era um dos mais bonitos na época para o 360, e continua mantendo tal status, até para os padrões dos PCs de alta potência. A riqueza de detalhes dos cenários, as feições dos personagens, as armas, a movimentação... todo o ambiente é exuberantemente decadente (com carros destruídos, ruas esburacadas e um céu completamente cinzento) e não há quem não se impressione com a fluidez da ação. Segundo, esse é um jogo difícil, em todos os sentidos.
Para controlar com perfeição Marcus e seus companheiros no 360 , era necessário usar constantemente (e sem exagero) todos os oito botões (excetuando Start e Select) e três direcionais do controle – e aqui a dificuldade, apesar de amenizada pela existência do mouse, não é muito menor. Mesmo que o botão espaço tenha “funções mágicas”, que se adaptam a cada situação, não há escapatória de ter que usar todos os dedos das mãos. A dificuldade do game em si também não perdoa muito: ao contrário da maioria dos jogos de tiro, alguns poucos tiros já são capazes de derrubar o herói e estampar um “Game Over” na tela – mas na realidade essa é a graça toda do jogo.
Apesar de ser um jogo de tiro, Gears of War não é o tipo de game onde você só precisa andar de lado e disparar freneticamente em tudo que se move para garantir a vitória. O visual dos personagens pode sugerir o contrário (todos parecem ter saído de times de futebol americano do futuro), mas a chave para o sucesso é muito mais o cérebro do que a força bruta. Além dos já conhecidos elementos de movimentação e mira presente em grande parte dos títulos desse gênero, a equipe da Epic Games se focou em criar um surpreendente sistema de coberturas e fugas para dar mais tempero à fórmula. Apertando a barra de espaço junto a uma parede, coluna ou outro obstáculo faz com que o personagem se apóie nele, usando-o como cobertura. A partir daí, com a mesma tecla é possível desempenhar uma série de outras ações: você pode ou pular rapidamente para outro local seguro, pular por cima dele, atirar às cegas ou sair rapidamente para ter um melhor campo de visão.
Se juntar amigos para combates sujos e sangrentos no Xbox 360 já era bom, isso de maneira nenhuma mudou na versão PC do jogo – mesmo que não haja mais opções de multiplayer offline. Tanto a campanha cooperativa quanto as batalhas para até oito jogadores garantem horas e horas de diversão, que se estendem ainda mais quando você começa a brincar com o editor de fases presente no disco. E vale sempre lembrar que, uma vez que Gears faz uso do serviço Games for Windows Live, ainda há uma vastidão de conquistas para habilitar e sempre há a possibilidade de convidar alguém online para uma partida rápida.
O que assusta nessa versão para PC – mais do que as hordas bizarras de Locusts – é o peso que o game tem sobre a máquina. São necessários pelo menos 20 minutos para realizar uma instalação completa (que come bons 12GB no disco rígido) em um PC de boa configuração, e alguns outros para esperar que ele carregue depois de ser executado no Windows. A recompensa vem na forma de novas missões (que, apesar de serem poucas, não são menos emocionantes), gráficos ainda mais belos do que os dos 360, e outros extras que fazem valer a pena... mas que talvez não justifiquem a compra para quem já tem a versão original.
Se restava alguma dúvida, que aqui fique bem claro: a versão PC de Gears of War é, efetivamente, melhor do que a original – mais bonito, mais fases, mais multiplayer e mais emoções. Nem todo computador vai conseguir agüentar esse tranco... mas ninguém disse que a guerra era fácil.
fonte:GameTv
Nota 9.5
Gráficos 10
Som 9
Diversão 10
Duração 10
Configurações mínimas:
Windows Vista ou XP, processador Intel de 2.4GHz ou AMD de 2.0GHz, 1GB de memória RAM, 12GB de espaço livre em disco, placa de vídeo NVIDIA GeForce 6600+ ou ATI X700+, conexão banda larga
O CoolerMaster Gemin II suporta processadores Socket AM2/754/939/940/LGA775, tem base feita em cobre, 6 heatpipes também em cobre e aletas em alumínio
CoolerMaster Gemin II
Características:
- O PROJETO de Refrigerador de Diretoria de CPU esfria CPU e seus componentes em volta do processador
- Compatíveis com de AMD X2 Dual Core e Intel 2 Duo/ Core 2 Extremo/Quad Core
- Completa solução refrescante esfria CPU e seus componentes circundantes (placa mãe, memória, VRM, chipset e cartões de VGA)
- O projeto de dois fans de 120 mm esfria a Placa Mãe.
- O projeto de parêntese flexível fornece instalação livre de interferência
- O cobre funda com 6 projeto de tubos de calor(heat pipes) cria apresentação refrescante superior
- Suas aletas de alumínio enormes para dissipação de calor é excelente.
Teste do Cooler na condição normal(idle)inativo sem forçar e na condição Stock(carregado) sendo exigido ao máximo
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Kane & Lynch Dead Men:Fracasso de crítica, sucesso de vendas 1milhão e 200 mil cópias
Joguei o demo os gráficos estão bons capturei até algumas imagens vou postar para o pessoal ter uma noção, o sistema de cobertura atrás de paredes e móveis é parecido com Gears of War e para atirar com a mira no ombro é muito útil fica mais difícil vc ser atingido.
Em geral o jogo é bom e bem divertido na minha opinião, o enredo do jogo é outro ponto alto do jogo sendo muito engraçado e os gráficos também são bons na resolução que joguei não vi nada fora do normal como serrilhamentos escancarados.
Não é nenhum Hitman, mas recomendo o jogo, a melhor definição do jogo seria um Arcad de Graw.
Link para as fotos que capturei com o Fraps a seguir:
http://viewmorepics.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.editAlbumPhotos&albumID=632549&MyToken=cf614e0a-35ab-430a-a8d6-27efa7de81d7
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